De volta ao ônibus
março 13, 2008 por Diego Amorim
Confesso que estava com saudade. Vez ou outra passava em frente à parada de ônibus aqui pertinho de casa e relembrava minha rotina diária de encará-la. Hoje, porém, posso dizer que tenho mais certeza que ontem e menos que amanhã de que carro, sobretudo em Brasília, não é luxo.
Minha irmã bateu meu carro na última sexta-feira. O coitado do Fiat Uno zerado foi pro brejo. Minha irmã está bem, graças a Deus. Chovia no momento da batida. O cara da frente freou bruscamente. Ela não conseguiu parar e acabou sendo engavetada – ficou no meio de dois carros.
Todo o conserto deve durar cerca de 30 dias. Até lá, serei obrigado a me virar para continuar a vida. Desde a última segunda, tenho apelado para caronas, táxi, já andei a pé. Mas uma das boas alternativas nessas horas, claro, é o velho e bom ônibus.
A falta de costume levou-me hoje a esperar uns 10 minutos numa parada errada. Dentro do baú, a vida segue como há sete meses, quando comprei meu carro – principalmente com cobrador cochilando e motorista contando histórias mirabolantes.
Tudo bem, é legal esse momento saudosista, mas… pronto. Quero meu carro!
Oioi!!!! Depois que a gente acostuma com o carro é difícil pegar ônibus… mas já passei pro isot tb mas não por tanto tempo!!! Tudo de bom!!! Abraços!!! =)