A última da minha mãe
dezembro 21, 2008 por Diego Amorim
- Só uso jeans no dia-a-dia. Preciso de uma calça confortável – pedi eu a uma vendedora gatíssima, simpática e cativante em uma das lojas lotadas do shopping (tá bom, tá bom, resolvi me render ao shopping).
- Você é estudante? – quis saber a jovem.
- Não, jornalista.
- Sério? Mas você é tão novinho!
- Pois é.
- Trabalha onde?
- No Correio Braziliense.
- Eita! Esses dias veio uma senhora aqui comprar alguma coisa pro filho e disse que ele era repórter do Correio. Ficou fazendo o maior filme dele.
- É, deve ter sido minha mãe.
Minha mãe está viajando. Ainda não consegui falar com ela. Mas já falei com minha irmã e ela confirmou: foi, sim, minha mãe. Ai, ai. O que seria deste blog sem minha mãe? É ela quem faz render as melhores histórias.
PS: O detalhe que minha mãe não viu eu vi assim que entrei na loja: a gata tem um bambolê no dedo. Lição número 1: o que é dos outros não presta.
É engraçado. Minha mãe nunca rendeu posts. Vou prestar mais atenção agora.
Hahaha morri de rir !!!!! Mas Diego, toda mae e corujona desse geito mesmo.Ainda nao nasceu uma que nao ache o filho a maior maravilha deste mundo.Eu tambem sou corujissima de meus rebentos ( e olhe que eles ja sao bem velhinhos – eu e que nao sou…..)
Um beijo
Menino criado pela avó na Octogonal…
e tu ganhou uma calça dela?