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Arquivos de fevereiro, 2009

“12 patinhos foram passear…”

Mais uma da série crimes incríveis.
Está no site do Correio Braziliense: Homem é preso depois de tentar furtar pata e 12 patinhos no Parque da Cidade

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Ordem médica

Agora vai. O médico ordenou que eu volte a malhar imediatamente – algo que minha mãe, personal trainer, está cansada de repetir.
Segunda-feira será o dia do meu retorno.
O próximo verão que me espere.

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Sem limites

“Se a família, o pai ou o responsável não estão colocando limite. Se a escola também não está colocando limite, não é a lei que vai fazer isso.”
A frase é do juiz Renato Rodovalho Scussel, titular da Vara da Infância e da Juventude do Distrito Federal.
Estará em uma série de reportagens, assinada pela repórter Érika [...]

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Coisas que temos em comum

E quando as férias parecem demorar tanto a chegar?

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Obrigado, senhor

- Vai um espanador?
- Não, obrigado – respondi parado no sinal, abaixando o som do carro.
- Só um…
- Não, obrigado. Bom trabalho pro senhor.
- Não tem nenhuma moedinha?
- Não, não tenho nada. Obrigado.
- Obrigado o senhor pela atenção. Essa atenção vale muito mais do que o senhor comprar o espanador ou me dar uma moedinha.
Espantei-me. Não [...]

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Latika, Latika…

A atriz Freida Pinto, a Latika do premiado filme “Quem quer ser um milionário?” entra para a lista das queridinhas do Ler a Vida.
Vocês hão de concordar comigo.

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Tem que ter jeito

Na maioria das vezes, ao contrário do que costumamos imaginar, não é o grito nem a força nem o choro que resolvem os problemas. Tem que ter jeito.
É como abrir a tampa daquela vasilha da dispensa.

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Vrummm, vrummm…

Lá estavam o pai e a filhinha.
Ela, sentada em uma moto estacionada.
Ele segurando-a. Fazendo careta e barulhos estranhos.
- Vai, filhinha! Vrumm, vrummmmm…
Ele feliz da vida.
Ela com uma carinha de que estava achando aquilo tudo muito estranho.
Um dia serei pai.

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Pensamento do dia

Por que tanto medo de perder? A gente só perde o que não tem.

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Seis anos atrás fui sequestrado embaixo do meu prédio, aqui em Brasília, enquanto ia com a família entregar sopa a quem precisa.
Foram cerca de três horas de angústia e medo. Tive que ficar de cueca, levei uma cotovelada no rosto e, com um revólver nas costas, aguentei as gozações de dois homens visivelmente drogados.
Não foi fácil [...]

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