Fazer o que gosta. Sempre
março 2, 2009 por Diego Amorim
Não adianta buscar emprego para ter estabilidade, para isso ou para aquilo outro. Não tem jeito. É preciso fazer o que se gosta de fazer. Agora, se uma coisa se alia a outra naturalmente, ótimo.
Reportagem de hoje do repórter Luciano Pires – meu guru, amigo, quase irmão – mostra um pouco isso. Está no caderno de Economia do Correio Braziliense. Quem quiser pode acessar aqui.
“Ao mesmo tempo em que discute melhorias gerenciais e traça metas para profissionalizar a máquina pública, o Estado convive com bolhas de insatisfação espalhadas pelo funcionalismo”, começa o texto.
Só na Polícia Federal, de acordo com levantamento interno da corporação, 57,8% dos servidores disseram que pretendem deixar a carreira na primeira oportunidade que tiverem.
PS: Luciano é blogueiro profissional, dos bons. O Blog do Servidor é acessado por milhares de servidores espalhados pelo país, quiçá do mundo. Na Esplanada e nas agências reguladoras, por exemplo, virou leitura obrigatória.
Eu compartilho o mesmo pensamento Diego. As pessoas, me incluo nesse grupo, buscam a felicidade somente na “falsa” estabilidade na vida. Seja nela; emprego, namoro, casamento ou amizade.
No caso do emprego é pior ainda. Até porque você irá trabalhar o resto da sua vida profissional na mesma sala, com as mesmas pessoas, fazendo a mesma coisa.
(in)Felizmente eu não aguentaria.
Bom, por outro lado, ganhar uns R$7.000,00 trabalhando 6 horas por dia em algo que você não gosta para dar a segurança necessária, e nas outras horas trabalhar em algo que goste, sem a pressão de ter que ganhar muito, pode ser muito bom!!!
Prefiro decidir se gosto ou não do serviço público depois que estiver lá dentro… Afinal, trabalhar durante a semana todos temos… Mas ter $$$ pra se divertir todo o fds e esquecer das insatisfações, são poucos os trabalhos que garantem!!!