Como amar?

Nestes nossos tempos em que exaltam tanto as tais “liberdades individuais”, corremos o risco de perder de vez a capacidade de olhar para o outro, ou seja, a capacidade de amar.

Que tal pensarmos — só hoje — que amar é esvaziar-se de si mesmo?

Se isso nos soa estranho, é bem provável que também nós fomos capturados pelo discurso das “liberdades individuais”.

Quanto mais apegados a nós mesmos, mais escravos nos tornamos. Escravos de nós mesmos. Senhores e escravos de nós mesmos.

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