Hoje é um dia bacana para o blog, minha gente: seis anos atrás, no meio da tarde, quando ainda era estagiário do Jornal da Comunidade, escrevia o primeiro post do Ler a Vida:
“Este blog começa a funcionar hoje, 8 de dezembro de 2005. A idéia é fazer com que você, caro leitor, pare pelo menos uma vez por semana para ler algo sem a obrigação de entender o que está escrito. Ler por ler. Ler pelo prazer de ler. Não haverá tema ou temas específicos. Como o nome sugere, este blog é sobre a vida. Aqui, a vida será abordada sob a ótica de quem a cada dia busca aprender um pouco mais sobre ela. Sejam bem-vindos, divulguem, leiam e vivam!”
Eu, tímido com a tecnologia e crítico do mundo virtual, acabei me rendendo ao blog. É certo que não fui tão fiel a vocês na frequência da escrita, mas não tirei o Ler a Vida de vista.
O número médio de acessos diários ao blog varia entre 50 e 70, até bom para um espaço pessoal. Além da minha casa, os cliques estão concentrados em Brasília, claro, Teresina (graças à família), Curitiba (onde a Ísis é leitora assídua), Recife (terra da querida Paula Barros), Salvador, Rio, São Paulo e Florianópolis (onde também tenho parentes). Também há registros constantes de acessos em Nova Iorque, lugar de residência do Leandro, meu anfitrião na cidade mais espetacular que já conheci.
Entre os posts mais lidos, destacam-se É preciso saber perder, As pessoas mudam e Ninguém é obrigado a gostar de ninguém.
Além do pessoal que comenta, quero agradecer a todo mundo que passa por aqui, nem que seja rapidinho e uma vez ou outra. Sei de muitos que, sem se identificar, leem com frequência. Obrigado.
Aprendi a gostar de verdade do Ler a Vida. Já me sugeriram “levar a sério” o blog, escrevendo “coisas sérias”. Mas já escrevo muita “coisa séria” durante o dia. Aqui quero partilhar com vocês minha leitura da vida.
Uma prima que mora longe diz que quando quer saber como estou entra no blog. Faz sentido. Mas tento fugir – parece que não consigo – da exposição. Minha vida não interessa a vocês.
O que vale neste espaço é a troca de sentimentos, de percepções. Coisas que de alguma forma podem mexer comigo e com vocês.
Quem sabe um dia paro para fazer uma compilação dos textos e faço nascer a primeira edição impressa do Ler a Vida. É um plano.
Enquanto isso, vamos lendo a vida, sempre mais real que virtual.
Mais uma vez, obrigado.